Como eu vivi em ditadura

COMO EU VIVI EM DITADURA

Vem ouvir e participar numa conversa informal com quem viveu e lutou contra a ditadura.

Painel de convidadas e convidados:

Maria Helena Pato "(...) entrei em alucinações depois da terceira ou quarta noite sem dormir, e em vez de bichos via um filme (lindo…), na parede, por baixo da janela, e, às tantas, com uma música que vinha do teatro São Carlos [era o coro em ensaios](...)".
Luisa Tito Morais "Eu tinha 5 anos quando visitava o meu pai na Prisão do Aljube, depois fui eu que vivi na clandestinidade muitos anos, exilada."
Pedro Santarém "(...) fui "adotado" aos 4 anos por um militar português, durante a Guerra Colonial em Angola. Acabei por vir para Portugal, nunca tinha visto uma pessoa branca. Para mim, eram transparentes" (...)
Fernando Mariano Cardeira "Após a mobilização para a guerra colonial, em maio de 1970, participei na deserção coletiva das Forças Armadas portuguesas que teve forte repercussão mediática em Portugal e no estrangeiro. Abandonei o país a salto, a 23 agosto de 1970, pela Serra do Gerês".
Rui Pato "Fui preso em Caxias com a minha mãe. Tinha 3 anos, e a minha irmã 9 anos "

 

Horário

24 de Abril 2026
19h00

Local
Sala

Bilhetes
Entrada gratuita
Sujeita ao limite da sala

Contactos
936 946 845  (quarta a domingo, 15h/20h)

 

 

A Paz|O Pão|Habitação|Saúde|Educação|e o Racismo…não?

A Paz|O Pão|Habitação|Saúde|Educação|e o Racismo...não?

Onde estamos 52 anos depois da revolução?

Conversa informal com o público.

Painel de convidadas e convidado:

 

Ariana Furtado
Nasceu em Cabo-Verde, cresceu em Portugal, é professora do 1.º Ciclo e coordenadora da Escola Básica do Castelo em Lisboa.
Foi professora durante seis anos no ensino recorrente - alfabetização de adultos.
Co-autora dos projetos “Com a mala na mão contra a discriminação”, Prémio Municipal dos Direitos Humanos na Criança e no Jovem 2018-2019 e do projeto “Ge(ne)rando polémica… ou antes pelo contrário”, Prémio Municipal dos Direitos Humanos na Criança e no Jovem 2020-2021.
Tradutora dos seguintes livros para a infância: “O Senhor da Dança” e “O Grão de Milho Mágico” de Véronique Tadjo, “O Colar Mágico” de Souleymane Mbodj.

Bárbara Ramires
Terminou o curso de professora do Ensino básico, variante de Matemática e Ciências Naturais em 2001, na Escola Superior de Educação de Lisboa.
Conheceu o Movimento da escola moderna em 1999, tendo tipo participações diversas desde esse ano, em congressos e encontros dinamizados pelo MEM.
Depois de algumas experiências pelo 2º ciclo e como dinamizadora de atividades ligadas à Biodiversidade, integrou a equipa pedagógica da Escola da Voz do Operário em 2003, como professora do 1º ciclo. Em 2006 passou a ser coordenadora do 1º ciclo, cargo que acumulou com a docência até ao ano de 2021, ano em que passou a ser Diretora Pedagógica da escola Voz do Operário

Luana Gomes
É uma alma inquieta, transatlântica e curiosa. É do Brasil, mas vive em Portugal há mais de 6 anos e desbrava com o próprio corpo, coração e mente os terrenos de ser uma mulher imigrante e negra em tempos de fronteira. É geógrafa de formação, educadora por opção e ativista por convicção.

Sérgio Letria
Licenciou-se em Literatura na Universidade Nova de Lisboa e fez uma pós-graduação em Edição na Universidade Católica. Depois de quatro anos na Editorial Caminho e de ter trabalhado como mediador de leitura, integra a equipa da Fundação José Saramago desde a sua constituição, sendo seu diretor desde 2009.

Sumaiya Akther Sumona
Bangladeshiana, tem 22 anos, é mediadora intercultural e vive em Portugal há 4 anos.

 

Fotografia:

Quinta do Narigão, Lisboa 1968. Foto © Fernando Cardeira
Mata de Alvalade

 

 

 

 

Horário

22 de Abril 2026
19h00

Local
Sala

Bilhetes
Entrada gratuita
Sujeita ao limite da sala

Contactos
936 946 845  (quarta a domingo, 15h/20h)

 

 

Alterações Climáticas e as Plantas: passado e desafios futuros

Alterações Climáticas e as Plantas: passado e desafios futuros

Conversa

As principais alterações climáticas ocorridas ao longo da história da Terra, como as plantas se adaptaram e como as plantas podem ser vistas como aliadas atuais na mitigação da subida das temperaturas da atmosfera.

 

Ivo Meco

Nasceu em Santiago do Cacém, mas viveu sempre em Sines até aos 18 anos. Licenciado em Ensino de Ciências da Natureza (Biologia e Geologia), pela FCT UNL, e atualmente professor do ensino secundário. É sócio fundador da Sociedade  Portuguesa de Botânica, onde desempenha a função de presidente da assembleia  de sócios, e onde tem realizado atividades enquadradas no Ciência Viva no Verão  (saídas de campo) e em Bioblitz's (inventariação de espécies com o grande público  em parques de Lisboa e Almada). Escreveu vários artigos sobre temáticas da  Ciência (Ecologia, Geologia, Zoologia e Botânica) para a revista Visão Júnior, entre  2009 e 2020. Foi também convidado residente da série documental Paraíso, emitida  na RTP2 em 2017 e 2018; convidado com uma rubrica sobre curiosidades de  Ciência e Natureza, no programa Super Swing Freuda-se, no Canal Q. Tem sido  convidado para participar em vários projetos artísticos e sociais: Percursos Verdes (um projeto da artista Diana Policarpo, apresentado na Bienal de Artes  Contemporâneas BoCa, em 2021); consultor científico e guia na residência artística  do espetáculo O Arquivo das Palavras Nunca Ditas, de Mariana Norton, em 2022;  consultor científico e guia na residência artística do espetáculo Terminal (O Estado  do Mundo), do grupo de teatro Formiga Atómica, em 2023; no projeto Efeito de  Estufa dos Jardins Abertos com a intervenção Litania, com os artistas Bruno Huca e  Patrícia Andrade, em 2023; conversa sobre "Exotismos", com Vasco Araújo e Nélia  Dias, no contexto da exposição Exotismos – Repensar o Passado Próximo, de  Vasco Araújo, na Casa do Jardim da Estrela, em 2025; guia de uma visita guiada no  evento Multiplier Event no âmbito do projeto Erasmus CLICCHE - Climate Change,  Cities, Communities and Equity in Health, do Cies-ISCTE, em 2023; guia em visitas  guiadas nos projetos Bairro Verde Verde que te Quero, ambos Programa BIP/ZIP  2023 a operarem em zonas distintas da região de Lisboa, em 2024. Faz parte da  equipa de guias do jardim da Fundação Calouste Gulbenkian desde 2023 e colabora  com o festival Jardins Abertos desde 2018. Escreveu em 2018 o livro Jardins de  Lisboa: histórias de espaços, plantas e pessoas, editado pela Arte Plural, e em 2025  publica a sua nova obra, Das Plantas num Livro, pela editora Pergaminho, ambas do  Grupo Bertrand Círculo.

 

 

HORÁRIO
28 de setembro de 2025
17h00

LOCAL
Sala Multiusos

PREÇO 
Entrada Gratuita

 

As Aves de Lisboa – histórias quase sempre felizes

As Aves de Lisboa – histórias quase sempre felizes

Conversa

No princípio foram os corvos, acompanharam a viagem por mar do mártir São Vicente, desde Promontório Sacro a Lisboa. E por cá ficaram, pelo menos no imaginário e na iconografia.Depois vieram muitos outros que, tal como os humanos, procuraram segurança, abrigo e alimento na cidade. E também os cativos, que escaparam e passaram a viver em liberdade. As últimas décadas foram pródigas em mudanças na comunidade das aves urbanas. Quase sempre são histórias felizes de boa adaptação e convivência, mas há também desafios e problemas.
O tema é vasto e fascinante. Voaremos sobre ele…

 

Renato Neves

Ornitólogo, de 1979 a 2000 técnico do CEMPA (Centro de Estudos de Migração e Protecção de Aves), da Divisão de Investigação e Estudos Ecológicos - Instituto de Conservação da Natureza.
De 2000 à actualidade, sócio-gerente da empresa Mãe d´água, Consultoria Técnica em Áreas de Interesse Natural Lda.

 

 

HORÁRIO
27 de setembro de 2025
17h00

LOCAL
Sala Multiusos

PREÇO 
Entrada Gratuita

 

Agricultura de Futuro

Agricultura de Futuro

Conversa

Apresentar uma agricultura de futuro, biológica, capaz de regenerar pessoas, territórios e biodiversidade. Só apenas moldando o nosso modo de vida e o nosso sistema alimentar podemos ambicionar responder ao maior desafio das nossas gerações: as alterações climáticas. Um enorme desafio, mas que nos traz a grande oportunidade de encontrar um mundo melhor para todos vivermos.

 

André Miguel

Licenciado em Engenharia Zootécnica pela Universidade de Trás os Montes e Alto Douro, é responsável pelo programa Terras de Cascais desde 2010. Conta com mais de 2000 horas de formação, na área agricultura biológica em ambiente urbano, mas é numa agricultura de proximidade, biológica e multinacional, capaz de regenerar pessoas, territórios e ecossistemas que encontrou o seu verdadeiro propósito

 

 

HORÁRIO
28 de setembro de 2025
17h00

LOCAL
Sala Multiusos

PREÇO 
Entrada Gratuita

 

Insetos, alterações climáticas e outras tragédias

Insetos, alterações climáticas e outras tragédias

Conversa

Origem e biodiversidade dos insectos
Homo sapiens, o Átila dos insectos
Os insectos: trabalhadores Pro bono
Como os bons se transformam em maus
As alterações climáticas e os insectos: voltamos ao Átila; exemplos
O que seria de nós Homo sapiens se os insectos (e os outros animais) nos pudessem apresentar as suas tragédias!

 

Artur Serrano

Naturalidade: Dundo, Angola, 25 de Julho de 1951.
Licenciado em Biologia, 1978, FCUL.
Doutorado em Ecologia e Biossistemática, 1991, Universidae Lisboa (UL).
Agregação, 2002, UL.
Docente da FCUL (1979-2019).
Áreas de interesse: Entomologia, Taxonomia, Faunística, Citogenética, Biodiversidade, Conservação,
Bioindicação e Gestão, Macroecologia e Biogeografia Insular.
Membro efectivo do Centro de Ecologia, Evolução e Alterações Ambientais e do CHANGE.
Presidente da Sociedade Portuguesa de Entomologia (1999-2005) e Vice-Presidente da Asociación
Europea de Coleopterologia (2004-2019).
Sócio de várias Sociedades entomológicas internacionais.
Coordenador Principal de vários Projectos de investigação.
Conselheiro Científico de Revistas nacionais e internacionais, Programas televisivos e Exposições
científicas.
Membro dos Comités Científicos de Congressos nacionais e internacionais.
Mais de 280 publicações entre livros, capítulos de livros e artigos em revistas nacionais e
internacionais sobre diversos grupos de insectos de Portugal Continental e Insular, Guiné-Bissau, S.
Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique.
Descreveu mais de 80 espécies novas de coleópteros para a ciência e fez dezenas de registos inéditos
de táxones (famílias, subfamílias, géneros e espécies) para Portugal e países lusófonos.

 

 

HORÁRIO
27 de setembro de 2025
17h00

LOCAL
Sala Multiusos

PREÇO 
Entrada Gratuita